Falando sobre Resiliência Científica

A resiliência é um atributo em todos nós. Nascemos com a capacidade de exercê-la, não estando relacionada com questões hereditárias, de classes sociais ou com a formação acadêmica.

É uma capacidade que pode ser desenvolvida por meio de estímulos durante nossa vida, vislumbrando que todos nascemos com uma predisposição a desenvolver a expressão da mesma de maneira excelente no cotidiano, embora é no percurso de vida, que a resiliência será explorada e desenvolvida de maneira prejudicada ou não nos comportamentos de todos.

De acordo com a teoria cognitivo-comportamental que embase nosso entendimento de resiliência, os comportamentos são formados de pensamentos e emoções cultivadas em cada indivíduo, em outras palavras, no percurso de vida são alimentados pensamentos e emoções que acompanham todo o processo de posicionamento no mundo, incluindo como se irá agir mediante as situações de desafios, competições, fracassos e stress.

Em adendo, é entendido que os pensamentos de cada um, podem ser agrupados com os de outras pessoas, desta forma, são formados os grupos sociais, dentro de uma empresa; por exemplo.

É dessa maneira, que se é possível pensar a cultura de cada país, onde todos daquele local têm a mesma base de pensamento que estrutura a cultura do mesmo, exemplificando; os Japoneses tem uma forma de pensar e agir diferente dos brasileiros, isso se dá devido aos seus pensamentos ou crenças básicas estarem enraizadas na cultura e hábitos daquele país.

Dito isso, a resiliência se posiciona nas crenças básicas se ramificando em áreas distintas, sendo-nos possível acessar esses pensamentos básicos e, então, auxiliar uma pessoa ou um grupo, quanto a desenvolver resiliência.

Contudo, a resiliência não pode ser um conceito abstrato, e sim, vivenciada no cotidiano das pessoas, portanto, necessita de treinamentos para aplicação. Os resultados irão ser expressos por meio de comportamentos e emoções no ambiente das pessoas.

Em conclusão, na gestão de pessoas, é possível trabalhar tanto as crenças mais superficiais quanto as mais básicas e enraizadas em uma pessoa ou no grupo.

Sendo possível também se planejar um caminho de como agir gerando flexibilidade cognitiva.