Coaching em Resiliência e equilíbrio emocional


11/03/2016 | Publicado por George Barbosa | 1 Comentário


Almeida tem quarenta anos e tem buscado entender melhor como o Coaching em Resiliência pode ajudar-lhe a ter um melhor equilíbrio emocional. Ele é uma daquelas pessoas ágeis e que tocam três ou quatro coisas simultaneamente.

Desde que completou vinte anos em sua carreira profissional tomou a decisão de começar a trabalhar como Coach no mercado.

Razões para isso não lhe faltam. A verdade é que, pelo menos, 16 anos da sua atuação profissional foram exercendo a liderança de diferentes grupos. De programador a analista foi uma longa viagem. Depois, até gestor de grandes projetos foi outra caminhada. Algo vinha a tempos lhe dizendo que estava na hora da virada e começar sua nova carreira profissional.

Argumentava que também havida dedicado mais de dez anos em cursos obtendo um excelente currículo. Já era hora de fazer um uso mais ativo para a sua própria carreira de todo o seu conhecimento e desejava entender de como o Coaching em Resiliência poderia habilitá-lo a trabalhar para que pessoas e equipes viessem a experimentar maior equilíbrio emocional no ambiente de trabalho.

Equilíbrio emocional por meio do Coaching em Resiliência

Para uma melhor compreensão desse aspecto, que é um dos mais ricos no Coaching em Resiliência, conversamos sobre como um líder – seu futuro cliente –  poderia vir se beneficiar de um processo com ele, o Almeida.

Vimos, em nossa conversa, que um líder necessita buscar conseguir o melhor para o negócio. Seja para o negócio de vender sapatos na WEB, carros direto da fábrica, alimentos no supermercado, cursos na escola ou gerir a equipe de sua agência bancária. E, para tanto, esse líder necessita trabalhar o emocional de seu time.

Não pode ignorar as emoções presentes no contexto de trabalho. Não há como sempre delegar ao RH ou à algum colega que sabe conversar melhor com as pessoas. Mais cedo ou mais tarde ele estará sendo exigido para gerenciar esse emocional congestionado.

A necessidade que se impõe não é de proibir a expressão do emocional no ambiente do trabalho – mesmo porque isso não é possível -, e, sim, de entende-las para melhor geri-las.

Durante décadas se pautou que a baixa, média e alta gerência obtinha melhor êxito ao utilizar-se da emoção – medo. Desde o professor nos anos iniciais da escola até os grandes chefes nas empresas. Porém, nas últimas décadas a alegria vem ganhando maior nível de consciência e permeando a formação dessas novas gerações de líderes.

O Coaching em Resiliência (CR) propicia exatamente esse ambiente. O fato do CR favorecer o surgimento da discussão do emocional, ele possibilita que o equilíbrio emocional seja mais fácil estruturado a partir do Otimismo, da Empatia, do Autocontrole que se incorporam ao estilo de gerir do líder.

Isso se dá devido o processo do CR se ater nas emoções mais matriciais, que são a alegria e a tristeza. Também se foca de modo direto com as derivativas mais frequentes entre nós, que são a raiva, o pessimismo e o medo.

O profissional do CR saberá que a conjugação dessas emoções teremos o negativismo, o desânimo, a frustração e a depressão. Também que se pode ter a intransigência, o enfado, a irritação, a agressividade e até mesmo a ira. Estará consciente de que a alegria não deve ser uma alegria artificial – aquele contentamento advindo exclusivamente da necessidade de se manter empregado estar sendo satisfeita. E sim, uma alegria proveniente do prazer de haver do Sentido de Vida no que se executa no ambiente de trabalho.

A exploração dessas emoções dentro do assunto que foi compromissado entre o profissional do Coaching e seu cliente possibilitará discutir qual o equilíbrio ideal para o momento. Pouco a pouco a cliente vai compreendendo quais são as suas emoções mais pronunciadas e quais são as implicações delas no ambiente.

Essa compreensão, em geral, resulta em profundo autoconhecimento, clareza e novos horizontes para mudanças no estilo de agir com os outros. As mudanças quase sempre modificam comportamentos e competências  esperadas na liderança, levando um pouco mais próximo da flexibilidade.

Com o Almeida conversamos a partir do post no Blog da SOBRARE sobre as diversas possibilidades que se tem de cultivar o equilíbrio emocional nos vários ambientes da vida. Esse post nos permitiu chegar a alguma perguntas básicas como: O que, no contexto de trabalho, o impede de experimentar maior alegria? O que necessita ser implementado para que você possa desfrutar da alegria de trabalhar aqui?

Por fim, para esclarecer como o Almeida poderia ser um profissional que promove o equilíbrio emocional em equipes e líderes em todos os ambientes, exploramos as possibilidades presentes no processo de coaching quando se tem em mente a família e a vida pessoal desses clientes.

Definitivamente o profissional do Coach pode ser um poderoso agente de mudanças!

George Barbosa

George Barbosa

Graduação em Pedagogia, em Psicologia, Mestrado, Doutorado com ênfase em Psicossomática na PUC de São Paulo e atualmente Pós-Doutorando no tema do Coaching em Resiliência na UNIRIO. Diretor Científico e Membro pesquisador da Sociedade Brasileira de Resiliência (SOBRARE) e professor da Fundação Vanzolini (USP) e facilitador do Núcleo de Estudos em resiliência da Assoc. Bras. de Recursos Humanos (ABRH-SP).

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1 Comentário

  1. Roberto David disse:

    assunto que tenho paixão em aprofundar



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